I'M WATCH

À primeira vista eles até lembram iPods Nano com pulseiras, mas não são. Estes são os I’m Watch, relógios que rodam Android 1.6

Fazer Compras como em Minority Report

De verdade, esse é o tipo de projeto que empolga a gente. E a Razorfish, com o 5D, nos deu ainda mais inspiração para isso.

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09 Fevereiro, 2012

I'm Watch: um relógio de pulso com Android


À primeira vista eles até lembram iPods Nano com pulseiras, mas não são. Estes são os I’m Watch, relógios que rodam Android 1.6 e que são capazes de se conectar com seu smartphone Android. Veja mais informações e um vídeo com o relógio em ação a seguir.



i'm Watch, Simply The First from im watch on Vimeo.
 

Entrada de chamadas, mensagens de texto, Facebook, Twitter, previsão do tempo, tudo visualizado de forma excelente na tela de alta resolução.
Pode ser conectado no iPhone, Android e todos os possíveis smartphones futuros. Chega de procurar nas bolsas e nos bolsos, fala-se claramente mediante um potente dispositivo de viva-voz, deixando as mãos livres para tarefas mais importantes ou agradáveis. Faça o download de i’music e ouça suas músicas preferidas, veja a galeria de imagens e obtenha todos os apps possíveis com i’market. Experimente toda uma nova gama de possibilidades.

Com display curvo de 1,5″ e função touchscreen, o I’m Watch se conecta com seu smartphone Android e permite que você atenda ligações através de função viva-voz, ideal para os que tem preguiça de tirar seu smartphone da bolsa ou da mochila. Por ele é possível ainda ler seus emails, acessar seu Facebook, Twitter e até mesmo acessar suas fotos e escutar as músicas que armazenou na memória de seu smartphone. Prático não?!

A duração de sua bateria anunciada pelo fabricante é um pouco imprecisa, mas sabe-se que tem fôlego para aproximadamente 12 h de funcionamento constante, ou até 48 h caso você só o deixe em seu pulso e não o utilize. O pequeno Android será vendido inicialmente por € 249 em várias opções de cores com pulseiras de silicone ou por € 499 com pulseiras de Titânio. Serão fabricados também modelos com carcaça de ouro e outros metais preciosos em breve, bem como modelos com os sistemas Windows 7 e BlackBerry.

Já é possível encomendá-los agora por este preço com entrega prevista para 30 de Janeiro de 2012, a fabricante é uma empresa italiana.
Você pode encomendar o seu aqui: I'm Shop

Fonte:Rock'nTech e TechTudo

Fazendo compras como em Minority Report


Por Amanda de Almeida, jornalista, editora do RoyalTalks e também do A Complexa Arte de ser Mulher.
@royaltalks

Não é de hoje que muitas pessoas têm optado por fazer suas compras online. Muito mais do que livros ou aparelhos eletrônicos, mas também roupas, sapatos e tudo mais que estiver disponível. Basicamente, abrimos mão de experimentar uma roupa em troca das comodidades que um site oferece. Mas é mais do que isso. Online, a gente encontra com maior facilidade produtos pesquisados anteriormente, além de termos sugestões de produtos que combinam com nosso perfil. 


Razorfish Connected Retail Experience Platform (codename "5D") from Razorfish - Emerging Experiences on Vimeo.

Já tem um tempo que a gente tem pesquisado aqui na Royalpixel maneiras de integrar as facilidades da loja online com o PDV físico. Afinal, com tanto avanço tecnológico, fica difícil entender porque o mundo físico ainda não está ligado ao conteúdo digital. Recentemente, entretanto, a Razorfish anunciou um novo projeto, que propõe uma forma de reinventar a tradicional ida às compras.

Denominada 5D, a plataforma já disponível em versão beta propõe integrar diferentes dispositivos digitais em ambientes de varejo. Isso significa que a 5D é capaz de conectar quiosques, telas, tablets e smartphones para criar maior envolvimento do público – e até mesmo dos funcionários das lojas – com os produtos.

Para que essa integração seja completa, são necessários 5 elementos-chave: os dispositivos, conteúdo, experiências, analytics e o gerenciamento do relacionamento com o consumidor. E, é claro, uma boa dose de encantamento, algo que não pode faltar a nenhum bom projeto digital.

Para que o conteúdo funcione, assim como online, ele deve ser relevante e acompanhar o consumidor, criando uma experiência personalizada para lembrá-lo dos produtos que ele viu. Assim, mesmo que o consumidor não compre aquele produto na loja, as informações sobre ele ficam salvas no seu celular e disponíveis para compra em apenas um clique.

De verdade, esse é o tipo de projeto que empolga a gente. E a Razorfish, com o 5D, nos deu ainda mais inspiração para isso.

Fonte: brainstorm9

16 Novembro, 2011

O tablet BlackBerry PlayBook já chega "morto" ao mercado?

Lançado nos EUA nesta semana, aparelho da RIM tem recebido críticas ruins e baixa procura em lojas; principal defeito seria falta de app nativo de e-mail.

O tablet BlackBerry PlayBook, da RIM, começou a ser vendido nesta semana nos EUA, com o que parece ser um pacote nada animador: pouco interesse dos consumidores, reviews medíocres na imprensa e poucas chances de repetir o sucesso do iPad, da Apple, atual líder do mercado de tablets.

O aparelho possui os mesmos preços do iPad 2 na terra do tio Sam: 499 dólares para o modelo 16GB com Wi-Fi, 599 dólares para o de 32GB Wi-Fi e 699 dólares para o de 64GB Wi-Fi. O tablet possui um processador dual-core de 1 GHz, tela de sete polegadas e duas câmeras (com resolução de 5MP na traseira e 3MP na frontal).

Mas o que está “matando” o PlayBook é o seu sistema. De longe, a maior ausência é a falta de um cliente nativo de e-mail. Sim, você leu corretamente: um aparelho com a marca BlackBerry, famosa por várias capacidades de e-mail, não chegará ao mercado com um aplicativo embutido para isso. Em vez disso, os usuário terão de usar o aplicativo Bridge, que faz tethering do PIM (gerenciador de informações pessoais) de seu telefone celular, limitando assim o aparelho do PlayBook a quem já possui um smartphone BlackBerry.

Com sua chegada ao mercado apressada ao mercado para enfrentar o iPad 2 e diversos rivais parecidos com sistema Android, o PlayBook já mostrou sinais de fatiga desde que caiu nas mãos de revisadores nesta semana. Eles notaram uma forte ausência de aplicativos de terceiros, software com bugs e desempenho instável do Flash no navegador. Mesmo com uma câmera frontal de 3MP, o aparelho não possui nem um aplicativo nativo para videochamadas.

“Fritado” nos reviews e meio requentado (pela falta de aplicativos, por exemplo), não é nenhuma surpresa que as primeiras informações do lançamento do aparelho, em 19/4, também não sejam positivas. No Canadá, terra natal de sua fabricante RIM, o jornal Financial Post afirma que o PlayBook não será um sucesso, mas terá de se assentar para conseguir alguma coisa. Já o CityNews Toronto noticia a falta de filas fora das lojas, e a pouca animação por parte dos fãs para o lançamento.

Talvez seja hora de determinar a morte deste BlackBerry na chegada e esperar que a RIM lance um “matador de iPad” melhor no futuro.
 
Fonte: idgnow

09 Novembro, 2011

O tempo passa para todos...

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. (Fernando Sabino)



Fonte: lisosapiens

08 Novembro, 2011

Recrutadores nas Redes Sociais. Facebook e Linkedin são fontes de informações sobre você.


No mundo, Facebook é considerado útil por 58% dos pesquisados.
Nove entre 10 empresas da América do Norte usam sites para recrutar.

Uma pesquisa da consultoria Right Management divulgada nesta terça-feira (1/11/2011) mostra que o LinkedIn é considerado o mais útil por recrutadores dos Estados Unidos e Canadá para encontrar candidatos. Na média global, no entanto, a rede
perde para o Facebook.

Nos EUA e Canadá, 93% dos recrutadores pesquisados consideram o LinkedIn útil na busca por novos empregados e 34% acham que o Facebook é a melhor ferramenta. Apenas 18% disseram utilizar o Twitter para contratar. Na média global, o LinkedIn é considerado útil por metade dos pesquisados, mas ainda perde para o Facebook, que fica com 58% da preferência.

Na Europa e na Ásia os números se invertem. O Facebook é considerado uma fonte útil para encontrar candidatos por 62% dos europeus e 75% dos asiáticos. Já a preferência pelo LinkedIn é de 42% e 32%, respectivamente. Na Ásia, o Twitter também ganha do LinkedIn, com 48%.

A pesquisa ainda apontou que nove entre dez grandes empresas da América do Norte consideram pelo menos um desses sites útil para recrutar, e muitas fazem uso de mais de uma ferramenta. O levantamento foi feito com mais de dois mil recrutadores em 17 países da América do Norte, Europa e Ásia.
#ficadica

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